sexta-feira, 17 de julho de 2009

A ética de Immanuel

"O que você é, o seu caráter, comunica-se de modo muito mais eloqüente do que o que você faz." - Stephen Covey

A ética segundo Immanuel Kant
"Como saber se a decisão que tomamos está de acordo com o imperativo categórico?
Kant fornece uma regra para saber se uma decisão nossa obedece ou não ao imperativo categórico: “indague a si mesmo se a razão que o faz agir de determinada maneira pode ser convertida em lei universal, válida para todos os homens. Se não puder, esta tua ação não é digna de um ser racional, não é eticamente boa, porque falta-te a autonomia, estás agindo premido por circunstâncias exteriores a ti. O bem ético é um bem a si mesmo.”

Segundo tal idéia, os homens, embora mais por necessidade do que por liberdade, abandonam sua condição natural e constituem a sociedade civil para assegurar o máximo de liberdade para cada um. Surge então, as condições de possibilidade da vida moral no próprio mundo sensível, para fazer valer uma das fórmulas do imperativo categórico:
“Age de tal maneira que trates a Humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.” Kant.

Sua intuição principal foi que o indivíduo deve estar livre para agir “não em virtude de qualquer outro motivo prático ou de qualquer vantagem futura, mas em virtude da idéia de dignidade de um ser racional que não obedece a outra lei senão àquela que ele mesmo simultaneamente se dá.”

Duas coisas enchem o meu ânimo de admiração e respeito, sempre novos e crescentes, quanto mais reiterada e persistentemente se ocupa delas a reflexão: o céu estrelado sobre minha cabeça e a lei moral dentro de mim. Ambas são coisas que não devo buscar fora do meu círculo visual; vejo-as diante de mim e enlaço-as diretamente com a consciência de minha existência.
A primeira provém do lugar que eu ocupo no mundo sensível externo e estende para imensamente grande enlace em que estou com mundos e mais mundos e sistemas de sistemas.
A segunda provém do meu eu invisível, de minha personalidade, e me expõe em um mundo que tem verdadeira infinitude, e com o qual (em conseqüência, ao mesmo tempo também com todos os demais mundos visíveis) me reconheço enlaçado não de modo puramente contingente, mas universal e necessário.
A primeira visão de uma enumerável multidão de mundo aniquila, por assim dizer, a minha importância como criatura animal. A segunda, ao contrário, em virtude da minha personalidade, eleva infinitamente o meu valor como inteligência, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e também de todo o mundo sensível."

9 comentários:

Mari Mart disse...

meu professor de filosofia passou uma atividade na qual havia algumas perguntas sobre a ética kantiana,só nesse blogger encontrei todas as respostas...Valeu! Gostei muito!

Andy loko disse...

CARA, ESSE BLOG É SHOW DE FILÔ...
MUITO BOM...

Andy loko disse...

Muito loko esse blog.... valeu de verdade!!!!!!!

Andy loko disse...

CARA, ESSE BLOG É SHOW DE FILÔ...
MUITO BOM...

Andy loko disse...

CARA, ESSE BLOG É SHOW DE FILÔ...
MUITO BOM...

lyz disse...

Legal. Entendi melhor agora. Poste mais...

lyz disse...

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The Fire Channel disse...

Muito bom obrigado pela ajuda !

The Fire Channel disse...

Muito bom obrigado pela ajuda !