quinta-feira, 25 de março de 2010

Greenpeace Ciberativismo

Há uma semana, o Greenpeace tem deixado a Nestlé de cabelo em pé. Tudo começou com um vídeo-denúncia exigindo que a Nestlé pare de usar óleo de dendê de empresas que destroem as florestas tropicais da Indonésia - atingindo as comunidades locais e os oragotangos nativos. De lá para cá, graças às trapalhadas da empresa para encobrir os fatos, ciberativistas de todo o mundo deram um show de bola com inúmeros protestos on-line.

Dê só uma olhada:

* A Nestlé pediu para que o YouTube tirasse nosso vídeo da
web, mas, como muita gente já tinha repostado, ele começou a
pipocar em diversas contas ficou impossível eliminá-lo do ar.
Até agora, mais de 600 mil pessoas já assistiram ao vídeo.

* Os usuários do Facebook visitaram a página da Nestlé
para perguntar se a empresa iria parar de comprar de fornecedores
que desmatam para plantar dendê e receberam respostas mal-educadas.
Apesar da tentativa da Nestlé de abafar o caso, inúmeros sites e
blogs deram a notícia.

* Mais de 100 mil pessoas em todo o mundo enviaram ao presidente da
Nestlé na Suíça, Paul Bulcke, uma carta apontando os problemas e
pedindo soluções.

As ações de cada um de vocês têm um grande impacto na decisão da Nestlé. Se você não participou, ainda dá tempo.

Envie um e-mail exigindo que a empresa pare de usar óleo de dendê produzido às custas da destruição das florestas. Depois não se esqueça de compartilhar vídeo com seus amigos.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Confira como o Enem será usado pelas universidades federais

Unifesp utilizará a nota como prova única só nos cursos menos concorridos.
Exame será adotado para selecionar candidatos para 5 cursos novos.


São Paulo
A Universidade Federal de São Paulo é conhecida como um dos centros de excelência na formação de profissionais na área de saúde. Quem pretende concorrer a uma vaga na instituição neste ano deve se preparar para as mudanças no vestibular, que passará a usar a nota do Enem no seu processo seletivo e que será obrigatório para todos os candidatos.
Das 26 carreiras da universidade, em 19 o exame será o único critério de avaliação. Outros sete cursos usarão o resultado parcialmente, incluindo os mais disputados, como medicina e enfermagem.

Rio de Janeiro
Para quem vai disputar uma vaga no Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não vai ter peso algum. O processo seletivo continuará o mesmo, com provas objetivas e discursivas com conteúdos de disciplinas relacionadas aos cursos oferecidos.

Distrito Federal
A nota no exame poderá ser usada como parte da nota do vestibular da UnB ou para preencher parte das vagas. A instituição não cogita substituir o atual processo de seleção, que há mais de dez anos utiliza conceitos como o de interdisciplinariedade e contextualização nas questões da prova, tanto no seu vestibular quanto no Programa de Avaliação Seriada (PAS).

Bahia
A exemplo de outras universidades brasileiras, a Federal da Bahia começa a usar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como mais um critério de avaliação na seleção dos alunos.
A nota do Enem será usada no processo seletivo de apenas cinco cursos, todos criados agora em 2009. Os cursos, entre eles o de gestão pública e social, são de duração mais curta, com, no máximo, três anos.
Para esses cursos, a nota do Enem vai substituir a primeira fase do vestibular, que também faz uma avaliação do conhecimento adquirido no ensino médio.
São cursos que só utilizam a primeira etapa do vestibular. Como existe uma semelhança entre a primeira etapa e o Enem, a universidade decidiu aderir ao projeto do Ministério da Educação (MEC) de seleção unificada para essas graduações.

Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul tem 109 instituições de ensino superior, mas apenas dez são públicas. Entre as que oferecem ensino gratuito, a mais antiga é a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que funciona em Porto Alegre. A instituição tem também o maior número de cursos: só na graduação são quase 70.
Agora, a UFRGS se prepara para, no vestibular 2010, utilizar as notas do Enem.
A proposta precisa ser aprovada ser aprovada pelo Conselho Universitário e prevê um modelo de vestibular híbrido, em que o Enem entra como um complemento