terça-feira, 9 de junho de 2009

Música compartilhada


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mosaico


domingo, 22 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

SI SE CALLA EL CANTOR – Horacio Guarany


Si se calla el cantor, calla la vida
porque la vida, la vida misma es todo un canto
si se calla el cantor, muere de espanto
la esperanza, la luz y la alegría

Si se calla el cantor se quedaran solos
los humildes gorriones de los diarios
los obreros del puerto se persignan
quien habrá de luchar por sus salarios.

Que ha de ser de la vida si el que canta
no levanta su voz en las tribunas
por el que sufre, por el que no hay ninguna razón
que lo condene a andar si manta.

Si se calla el cantor muere la rosa
de que sirve la rosa sin el canto
debe el canto ser luz sobre los campos
iluminando siempre a los de abajo.

Que no calle el cantor porque el silencio
cobarde apaña la maldad que oprime
no saben los cantores de agachadas
no callarán jamás de frente al crimen.

Que se levanten todas las banderas
cuando el cantor se plante con su grito
que mil guitarras desangren en la noche
una inmortal canción al infinito.

Si se calla el cantor...
calla la vida..

segunda-feira, 23 de junho de 2008

George Bernard Shaw

"O homem razoável adapta-se ao mundo; o homem que não é razoável obstina-se a tentar que o mundo se adapte à ele. Qualquer progresso, portanto, depende do homem que não é razoável."

quarta-feira, 21 de maio de 2008

11 a 18 de maio de 2008

As músicas mais ouvidas durante a semana:
Jean Luc Ponty, Toninho Horta, Joe Pass, Os Mutantes, Beth Carvalho, Adriana Calcanhoto, Jaco Pastorius, Djavan, Antônio Carlos Jobim, Pat Martino.

Check out my music taste: http://www.lastfm.com.br/user/jullysartori/

sábado, 17 de maio de 2008

Frangmento de Jorge Luis Borges, O Aleph

..."Chego, agora, ao inefável centro do meu relato; começa aqui o meu desespero de escritor. Toda a linguagem é um alfabeto de símbolos cujo exercício pressupõe um passado que os interlocutores compartilham; co­mo transmitir aos outros o infinito Aleph, que a minha tímida memória mal abarca? Os místicos, em transe semelhante, gastam os símbolos: pa­ra significar a divindade, um persa fala de um pássaro que, de algum mo­do, é todos os pássaros; Alano de Insulis fala de uma esfera cujo centro está em todas as partes e a circunferência em nenhuma; Ezequiel fala de um anjo de quatro asas que, ao mesmo tempo, se dirige ao Oriente e ao Ocidente, ao Norte e ao Sul. (Não é em vão que rememoro essas incon­cebíveis analogias; alguma relação elas têm com o Aleph.)É possível que os deuses não me negassem o achado de uma imagem equivalente, mas esta informação ficaria contaminada de literatura, de falsidade. Mesmo porque o problema central é insolúvel: a enumeração, sequer parcial, de um conjunto infinito. Nesse instante gigantesco, vi milhões de actos agradáveis ou atrozes; nenhum me assombrou mais que o facto de todos ocuparem o mesmo ponto, sem sobreposição e sem transparência. O que os meus olhos viram foi simultâneo; o que transcreverei será sucessivo, pois a linguagem o é."...